Classificação para OFAS.
Sou um PSICOPEDAGOGO louco pela EDUCAÇÃO.... Vivo por ela..... Faço o que amo.... e AMO o que faço..... Sou um membro de "A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias".
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Secretaria divulga classificação de professores temporários | Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
sábado, 3 de dezembro de 2011
Educação e Indisciplina...
Um dia desses eu estava conversando com o pastor Fernando estudioso dos problemas escolares e aconselhador de professores. Logo que chegou ele me perguntou o que eu acho de tudo o que está acontecendo com a vida escolar. Me fazendo de desentendido perguntei a ele do que ele exatamente estava falando... E, minha presunção se confirmou. Ele estava realmente falando da indisciplina. Desde que terminei minha pós fiquei apenas na espreita desse assunto, apenas ouvindo o que os outros, inclusive ele, tinham a dizer. Por vários motivos, e o principal... Eu sou sempre muito incisivo e acabo gerando discussões. Mas dessa vez a pergunta foi direta demais, e como estávamos apenas nós dois na sala dos professores, comecei a expor minhas ideias sobre os assunto. Gostaria de, nessa postagem, expor minha visão do que é, por que existe e como devemos trabalhar. Sei que não existe uma receita mágica para isso, mas sei também que a troca de experiências é sempre válida.

Quando indagado pensei por alguns instantes e falei que muitos desses problemas vem por não entendermos ou não darmos o real valor à progressão continuada. Entendo que a progressão continuada não é apenas promover um aluno que ainda não saiba ler ou escrever, mas sim que os professores que irão trabalhar com ele no próximo ano tenham o bom censo de ajudá-los a vencer essa dificuldade. Porém, e infelizmente, o que vemos são professores que não conseguem voltar-se alguns minutos de seu tempo, que deve ser muito precioso, para esses alunos com dificuldades de aprendizagem. Sei e reitero que isso não é nada fácil, mas quando assumimos o compromisso de sermos educadores essas situações já existiam e foram aceitas por todos nós. Mas todos devem estar pensando por que eu estou falando isso se meu assunto nessa postagem é indisciplina, não é?
Pois bem, esses alunos que possuem dificuldades, em sua maioria, acabam por não conseguirem acompanhar o que é ensinado a seus colegas tendem a começar a conversar, andar pela sala sem autorização, bagunçar. Embora isso seja algo que independe de sua vontade real num primeiro momento, até por que todos nós sabemos que nenhuma criança consegue ficar parada só prestando atenção num professor por um longo espaço de tempo, aliás, comprovado cientificamente. Enfim, por essas e muitas outras razões esses alunos começam a desenvolver focos de indisciplina, exatamente pela necessidade que possuem de preencher seu tempo ocioso para eles.
Tudo eu pensei quando o pastor Fernando me fez aquela pergunta. A resposta mais simples e clara que consegui dar foi essa, que nós não estamos conseguindo trabalhar com eles.
Pela primeira vez desde que terminei meus estudos estou lecionando em escola pública, até então só tinha feito estágio, e que vejo é que os professores em sua maioria estão muito cansados, muitos aguardando o tempo de aposentadoria, e não conseguem buscar outros meios de trabalho com esses alunos.
Nessa escola que estou, pelo menos do fundamental II que tive a oportunidade de lecionar para todos os alunos por estar dando aulas de inglês, percebi que temos duas situações centrais com os alunos indisciplinados, primeiro eles possuem dificuldades de aprendizado e acabam se perdendo e não conseguindo acompanhar a turma e a segunda são os alunos que foram retidos em séries anteriores. O que mais me chamou a atenção é que essa situação empatou com as instituições particulares em que trabalhei.
O que aprendi com esse questionamento e com toda essa situação é que só veremos tudo isso mudar quando todos nos comprometermos a ajudar esses alunos fazendo um acompanhamento que exigirá de nós alguns minutos de atenção exclusiva a esses casos. Precisamos aprender que o conteúdo programático perde sua eficácia quando os alunos não o aprendem. Não adianta seguir uma agenda para inglês ver se nossos alunos não saber porque estamos falando aquilo tudo, não saberão nem ao menos do que estamos falando. Se queremos resultados reais precisamos aprender a EDUCAR e não apenas a ENSINAR. Os que acompanham meu trabalho sabem que sempre friso bastante a diferença entre ser EDUCADOR e PROFESSOR.Luiz Vagner Lima
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
O futuro do Magistério Paulista
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| Espero que as mudanças nos deixem trabalhar um pouco mais felizes... |
Hoje saiu a seguinte declaração sobre o futuro do magistério paulista.
Estou postando em meu Blog para ajudar na divulgação. Espero que seja útil à todos.
Luiz Vagner Lima
Carta enviada aos Coordenadores, Diretores e Supervisores.
Prezado(a) Colega,
Ao final da reunião da comissão de gestão da carreira ocorrida nesta quinta-feira, 1º de dezembro, o secretário da Educação divulgou que a atribuição de aulas para 2012 ocorrerá nos dia 23 e 24 de janeiro (efetivos) e 27 a 31 de janeiro (não efetivos, OFAs-categoria “F” e contratados em caráter temporário). A decisão é excepcional, válida para a próxima atribuição.
A APEOESP vem lutando pela revogação da Resolução 44 (que dividiu nossas férias em dois períodos de 15 dias em janeiro e julho) e pela realização da atribuição em dezembro. A SEE alegou inviabilidade da atribuição em dezembro deste ano e pretendia iniciar a atribuição em 17 de janeiro, quebrando as férias de janeiro pela metade. Após muita pressão da APEOESP e dos professores houve recuo da Secretaria, ficando o início da atribuição para 23 de janeiro. O secretário também assegurou que os professores terão 30 dias de descanso em julho, entre férias e recesso.
Houve compromisso público do secretário da Educação de viabilizar a atribuição de aulas para o ano letivo de 2013 em dezembro de 2012, permitindo, assim, a revogação da Resolução 44.
Jornada do piso será implementada
Na mesma reunião o secretário confirmou que implementará para o ano letivo de 2012 a composição da jornada de trabalho prevista na lei do Piso Salarial Profissional Nacional (lei 11.738/08), que prevê no mínimo 1/3 para atividades extraclasse. Atualmente o Estado aplica apenas 17% da jornada em atividades fora da sala de aula. O secretário já havia manifestado a mesma posição na audiência pública ocorrida na Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, no dia 30/11.
A confirmação vem após a APEOESP conquistar na Justiça uma liminar que determina a imediata aplicação da lei e após o governador do Estado, Geraldo Alckmin, ter declarado que a lei será aplicada, com a contratação de mais professores, convocação de concursados e aumento de carga horária de professores que já se encontram na rede.
Vamos nos manter vigilantes quanto a essa questão e nos mobilizaremos para cobrar sua efetivação.
Redução da quarentena
O secretário da Educação informou ainda que está na Casa Civil, para envio à Assembleia Legislativa, projeto de lei que reduz a quarentena para os professores da categoria “O” e para os atuais categoria “L” de 200 dias para 30 dias.
Plano de carreira
Na reunião foram definidos os itens que poderão ser utilizados para a evolução funcional pela via não acadêmica, como parâmetros para a continuidade dos trabalhos do Grupo de Trabalho nº 2 da Comissão Paritária.
Os novos itens não substituirão, mas se somarão aos que atualmente já compõem a evolução funcional pela via não acadêmica, nos fatores “atualização”, “aperfeiçoamento” e “produção profissional”.
Na mesma reunião também foram votados os itens que deverão compor a evolução funcional pela via acadêmica. Tais itens dizem respeito à formação em nível de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado), que pode ser realizada não apenas na disciplina específica, mas na área da Educação.
Os trabalhos da comissão paritária serão retomados no final do mês de fevereiro de 2012, em calendário a ser definido e publicado.
Abraços,
Gerson Jorio
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Educação, a base de tudo...
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| Foto da internet |
Professores de cidades da região entraram em greve por melhores salários, professor é agredido por aluno de 14 anos em Junqueirópolis, no interior de São Paulo, professora é agredida dentro de sala de aula por um jovem drogado que entrou na escola em Glicério, outra cidade no interior do estado, são notícias das últimas 24 horas. Infelizmente não pára por aí. Um vereador de Jacareí, Vale do Paraíba, fez uma declaração que no mínimo agride toda uma classe de profissionais que se esforçaram para estar ensinando os filhos dele hoje. Esse cidadão declarou que os professores "são inúteis e que não gostam de aulas", e "que o fracasso da educação está na falta de vontade dos professores". Essa declaração foi proferida pelo Vereador Dario Bueno (DEM), mais conhecido como Dario Burro, por meio de um página pessoal na internet. (Fonte site Terra).
Triste ouvir isso de uma pessoa que foi escolhida pelo povo para representá-los, para melhorar a educação, para lutar por mais salas de aula, por mais educadores.
Isso esclarece um pouco do por que nossa educação ser tratada com descaso. Muitos de nossos políticos esquecem que para chegaram onde estão hoje tiveram um professor que os ensinou e os preparou para isso.
Erra quem pensa que o professor é a profissão que menos trabalha e que é uma fuga para quem busca menos trabalho. Quem pensa dessa maneira não sabe o que é preparar aulas para 12 turmas diferentes e em séries distintas. Não sabe o que significa apresentar resultados individuais de mais de 400 alunos. E para que tudo isso? Para ouvir um vereador dizer que professor não gosta de trabalhar. Se não fosse o amor pela profissão não teríamos educadores hoje. Todos que ainda se aventuram a dar aula só o fazem por amor, pois não se te incentivo nenhum. É comum ver professores que abandonaram a sala de aula e hoje estão em empresas visando melhores salários e maior conforto para suas famílias. A educação tem perdido bons profissionais por isso. Os professores tem recorrido a greves pois de outra maneira não são ouvidos, pelo contrário, são até ignorados.
Enquanto os educadores são forem levados a sério como uma das profissões mais importantes continuaremos vendo o Brasil nos piores índices educacionais do mundo. Ainda há muito por fazer, precisamos valorizar essa classe que é a base de todas as outras.
Luiz Vagner Rodrigues Lima
sexta-feira, 22 de julho de 2011
SER EDUCADOR É UMA VOCAÇÃO

Esses dias estava conversando com amigos e o assunto que surgiu me causou um pouco de desconforto. Muito estranho alguém falar sobre um assunto que não tinha sido uma experiência muito boa em minha vida.
Muitas perguntas surgiram e o assunto, por mais que eu tentasse não acabava. Foi quando lembrei de uma frase muito famosa que diz que nada é por acaso. Comecei a refletir sobre tudo o que estávamos falando e tentando entender o porque disso. Foi quando dei conta de que pude tirar um enorme aprendizado desse acontecimento muito chato em minha vida. Lembrei que te de expor meu ponto de vista sobre o assunto e vi que eles simplesmente redirecionaram suas falas para o qunho uma profissão que exige muito de mim, principalmente que tudo que sai de minha boca será recebido como regra por muitos. Calar-me seria o mesmo que dizer que estava concordando com tudo o que estava falando, mesmo que não o estivesse. Depois desse dejà vu percebi que ainda tinha a oportunidadee eu havia dito. Por um momento até me senti mal, porém sabia que por trás de minhas palavras existia um personagem que muitas vezes é muito mais valorizado pelos outros do que por mim mesmo.
Quando tomei a decisão de ser um EDUCADOR não tinha noção exata do que isso significaria.
Quando ainda no segundo ano do Magistério comecei a lecionar para adultos e isso é o que fez toda a diferença e minha vida profissional. Descobri que educar pra mim é muito mais do que meu trabalho, é minha vocação. E faço isso com amor e dedicação. É o que mais me satisfaz.
Aprendi que devemos fazer aquilo que nos deixa feliz, alegre, que não seja um peso para nós e que quando estivermos longe sintamos falta e desejo de a noite terminar logo para exercermos nossa vocação.
Nada é mais importante em nossas vidas do que as coisas que nos fazem felizes. É por isso que sou um EDUCADOR...
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