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terça-feira, 15 de março de 2016

Escolhas: passado, presente e futuro

                                    Momentos de lembranças e de vida
Chega a ser interessante essa vida e suas surpresas diárias...
Os acontecimentos recentes tem me feito questionar o que me trouxe a esse momento em que vivo, e posso lhes dizer sem muitas delongas... minhas escolhas são as culpadas! São elas que moldaram meu passado, desenham meu presente e ditam meu futuro.
Há alguns anos atrás eu buscava ansioso por um futuro melhor, uma escola que, mesmo sendo pública, pudesse me abrir horizontes e ajudar-me a ter qualidade no ensino. Foi aí que numa conversa com uma professora ela me falou que na cidade vizinha tinha uma escola que era tão boa que os professores para trabalhar lá tinham que fazer uma prova e os alunos que ali estudavam passavam por um vestibulinho. Logo me animei e percebi que essa era a oportunidade que eu tanto buscava, e que não poderia deixar passar. Lembro-me que assim que cheguei em casa falei para minha mãe qual era minha vontade e ela logo me animou e disse que eu deveria correr atrás e me preparar para seguir no que tanto desejava. Fiz tudo o que podia e passei no vestibulinho. Ali estava eu inscrito para estudar numa escola pública por período integral. Fiquei muito animado, mas ainda tinha uma dúvida em minha cabeça, o que era o tal do magistério que eu ia estudar no ensino médio?
A dúvida foi crescendo e mesmo envergonhado por ter me inscrito para estudar algo que sequer sabia o que poderia ser perguntei para minha mãe durante aquela longa viagem de volta para nossa casa. Ela olhou para mim com aquele olhar de juízo como quem desacreditasse que eu poderia estar fazendo aquela pergunta e logo me respondeu, você vai ser professor!
Eu me assustei e fiquei planejando o que faria, ou como faria. E logo lembrei-me de uma fala da secretária que fez minha matrícula, ela esclareceu que se eu não quisesse concluir o magistério poderia terminar o ensino médio e pegar o diploma correspondente. Aquela lembrança naquele momento me trouxe um alívio sem medidas. Estava decidido, eu estudaria apenas até o terceiro ano e faria uma faculdade!
O ano letivo começou e tudo o que os professores falavam sobre a profissão não me pertencia e eu não dava a devida atenção. Na verdade era um grande sofrimento ficar ouvindo todas aquelas orientações do que deveria fazer e de como um bom professor o faria. Mas isso não durou mais do que seis meses. Tudo começou a se transformar e minha visão sobre a profissão começou então a ser moldada. Quando eu ainda estava no segundo ano do curso fui convidado a substituir uma professora da classe de Educação de Jovens e Adultos e me impressionei como aquele mundo era bom e quanto significativo poderia se tornar ser o precursor do letramento daqueles que lutaram e sofreram por toda uma vida por não conseguir decifrar os escritos impostos pela vida. Foi aí que me vi convencido em definitivo que deveria sim seguir a profissão.
Essa decisão moldou minhas escolhas desde então. Lembro-me de me apaixonar pelo trabalho com projetos e tive a oportunidade de realizar vários enquanto estagiário nas escolas da periferia daquela cidade que me acolheu no berço da vida acadêmica. Dali tive a oportunidades que me moldaram e aos poucos me tornaram no educador que sou hoje.
Já passei por muitas coisas, já trilhei muitos caminhos, as quedas foram diversas, assim como os aprendizados. São as escolhas de hoje que me trarão outras lições tão necessárias para a vida. E ainda bem que podemos aprender sempre, afinal, o mundo vive em contante mudança e eu não gostaria de ser o mesmo professor começou a dezesseis anos atrás sem passar pelas fases da vida, sem passar pelas dificuldades e acima de tudo, sem aprender e abraçar com o novo!

domingo, 13 de março de 2016

VOLTAR, FICAR E FAZER



Diante de tantos questionamentos que vivenciamos nesses últimos dias uma nuvem trouxe uma tempestade de situações que me afetam diretamente e trouxeram uma aflição nem um pouco desejada. Minhas falas recentes em mudanças e em sua necessidade nunca foram tão gritantes e absolutas como nesse momento. Vivo uma vida de alegrias e de vislumbres que me trazem prestígio profissional, mas nunca os de outrora que marcam minha história e embeleza minha biografia. O momento é outro, as dificuldades são outras, as necessidades são outras. Um questionamento essa semana, mesmo que transformado de supetão, me levaram à uma reflexão e conclusões infindáveis.
Numa das aulas dessa semana eu tive a oportunidade de falar aos alunos, numa aula de geografia, sobre a formação da estrutura geoeconômica brasileira com o passar dos séculos. E de início falamos sobre a história econômica de nossa cidade e como aquelas características das décadas de 40 e 50 influenciam até o hoje o modo de viver por aqui. Foi quando um aluno me perguntou porque eu me limito tanto às aulas de língua portuguesa quando meu conhecimento vai além dos limites dessa disciplina. De sobressalto a resposta que me veio é que isso não é nada além do que eu devo saber, faz parte de minha formação e opção como educador. Mas não parou por aí, dias depois uma de minhas colegas de trabalho ouviu minha narrativa sobre minha experiência anterior em educação especial e soltou um sonoro "e você não vai fazer nada?". Os segundos seguintes àquelas palavras me levaram a um novo momento de reflexão e análise. Por que eu estou a tanto tempo distante de coisas que gosto muito de fazer? O que eu realmente gosto de fazer? O que eu realmente faria da melhor maneira?
Depois de dias atormentados por essas perguntas, fomos (os professores da escola em que trabalho) convidados para escrever crônicas para um livro que iremos lançar no final desse ano. Com muita alegria em me ver envolvido em mais um projeto grandioso com colegas e amigos tão preciosos pensei no quanto isso é válido pra mim e no quanto me enriqueço ao participar desses momentos de aprendizados que tanto me deleito. Uma luz acendeu-se e me fez sentir o quão valioso é isso pra mim. Não tem como pensar em mudanças, em progresso sem que minha atuação como educador esteja intrinsecamente envolvida. Eu construí minha história  às margens desse volumoso rio chamado educação. Dentro de todas as suas nuances, de todos os seus desafios, de todas as suas alegrias, e de todas as suas necessárias ações!
Vivenciar momentos que transformam vidas e que fazem com que elas realmente valham a pena é o que eu quero estampado em minha biografia.
Eu ei de voltar para tudo o que o gosto, eu de ficar em tudo o que gosto, eu ei de fazer tudo o que gosto, pois é assim que terei a alegria dos momentos e a felicidade da vida!



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Ser Mórmon, Ser Cristão


PAUL ALLEN FALA SOBRE OS MÓRMONS
 Paul Allen é co-fundador da Microsoft, junto com Bill Gates. É também dono do time de futebol americano Seattle Seahawks e do time de basquete Portland Trail Blazers.  Ele escreveu o editorial abaixo em um jornal de Santa Clarita, estado da Califórnia, EUA. UM EDITORIAL SOBRE OS MÓRMONS Já ouvi e vi o bastante! 
Tenho vivido no Oeste por toda a vida.  Trabalhei próximo a eles.  Eles têm trabalhado para mim e eu para eles.  Quando era jovem, namorei suas filhas.  Quando me casei, vieram a meu casamento.  Agora tenho minhas próprias filhas e alguns de seus filhos namoraram minhas filhas.  Me sentiria privilegiado se um deles se tornasse meu genro. Estou falando dos mórmons. São algumas das pessoas mais honestas e trabalhadoras que já conheci. São espirituais, provavelmente mais que muitos de outras religiões conhecidas que tenho encontrado.
Estudam a Bíblia e ensinam sobre ela como nenhuma outra igreja cristã faz.  Servem sua religião sem pagamento de todos os meios concebíveis.  Nenhum de seus líderes, professores, conselheiros, bispos ou diretores de música recebem um centavo pelas horas de trabalho que dedicam.  Os mórmons têm um ministério leigo - fato geralmente desconhecido. Ouvi muitas vezes de púlpitos de outras igrejas o quão malignos e não-cristãos eles são e que não irão para o céu. 
Decidi recentemente comparecer a um de seus serviços de adoração próximo à minha casa para ver por mim mesmo. Que surpresa! O que ouvi e vi era justamente o oposto do que os ministros religiosos do dia estavam dizendo-me.  Encontrei um serviço muito simples, sem fanfarra.  Encontrei um povo com grande senso de humor e um lado espiritual bem balanceado.  Não havia música em alto volume.  Só um serviço simples, com os próprios membros dando vários breves discursos.  Eles urgem sua juventude a ser moralmente limpa e viver uma boa vida.  Ensinam o Evangelho de Cristo tal como o entendem.  Dão à sua Igreja o nome de "A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias".  Por acaso isso soa como uma igreja não-cristã para você? Perguntei-lhes muitas coisas sobre o que ensinam e porquê.  Recebi respostas que em muitos casos podiam ser encontradas no Novo Testamento.  Suas idéias e doutrinas não pareciam muito fantasiosas, segundo meu entendimento.  Quando li seu "Livro de Mórmon" fiquei igualmente surpreso ao encontrar justamente o oposto do que me disseram que encontraria.  Então procurei o pastor de outra igreja para perguntar-lhe algumas das mesmas questões sobre doutrina.  Para minha surpresa, quando soube que eu estava de certa forma investigando os mórmons, tornou-se hostil. Referiu- se a eles como um culto não-cristão.  Recebi o que pareceu-me propaganda maligna contra aquelas pessoas.  Ele afirmou categoricamente que eles não são cristãos e que não se encaixam no molde cristão.  Disse também que não crêem realmente na Bíblia.  Deu-me uma pilha de literatura anti-mórmon.  Começou a vociferar que os mórmons não estavam dizendo-me a verdade sobre o que acreditam.  Ele não quis ouvir nada bom sobre eles. A princípio fiquei surpreso, mas depois não.  Comecei a ponderar.
Nunca conheci um culto que dá suporte aos escoteiros americanos.  De acordo com os escoteiros, um terço de todas as suas tropas nos EUA são mórmons. Que culto você conhece que tem um sistema de bem-estar como nenhum outro neste país? 
Eles têm fazendas, fábricas de enlatados e criações de gado para ajudar os necessitados.  A Igreja Mórmon doou milhões de dólares para ajudar a reconstruir igrejas batistas incendiadas há alguns anos.  Doaram toneladas de suprimentos médicos a países devastados por terremotos. Você nunca os viu na TV pedindo dinheiro. 
Que culto você conhece que insta seus membros a obedecerem à lei, pagar seus impostos, servir no serviço militar se convocados e  serem bons cristãos vivendo elevados padrões morais? Você sabia que centenas de milhares de jovens mórmons levantam-se da cama bem antes da hora de ir para a escola para freqüentar aulas de treinamento religioso? Eles têm ligas de basquete e softball e supervisionam danças jovens todos os meses. 
São recrutados pelo FBI, pelo Departamento de Estado e pelo departamento de polícia no interior porque são confiáveis.  São ensinados a não beber nem usar drogas.  Estão no Serviço Secreto - aqueles que protegem o Presidente.  Servem em altas posições de liderança em ambos os partidos no Congresso e no Senado e têm sido governadores de diversos estados fora de Utah.  Servem com distinção e honra. Se você tiver mórmons vivendo nas proximidades, provavelmente descobrirá neles seus melhores amigos e vizinhos.  São cristãos que tentam viver o que pregam.
Não são perfeitos e são os primeiros a admitir isso. Conheci alguns deles que não poderiam viver sem sua religião, tal como muitos de nós. A retórica espalhada por aí sobre eles não é nada mais que propaganda maligna fundada em inverdades.
Alguns têm sido bem sucedidos em demonizá-los ao ponto em que o público em geral não faz idéia sobre em quê eles realmente crêem e ensinam.  Se você realmente quiser conhecer a verdade, vá ver por si mesmo.  Você também se surpreenderá. Quando mudei-me para cá há cerca de vinte e cinco anos havia cinco alas mórmons em Santa Clarita.  Agora há quinze.  Eles devem estar fazendo algo certo.
 Paul Allen, Santa Clarita - Califórnia

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

As nuvens




As nuvens sempre me surpreendem com sua capacidade de se renovar a cada rajada de vento sofrida.
Pela capacidade de se moldar de maneira a aguçar nossa imaginação.
Pela sua capacidade de enfeitar o céu para que ele perca a neutralidade aos olhos atentos dos pintores, poetas e apaixonados que nunca deixarão de apreciá-las....
Luiz Vagner Lima

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Três décadas... E as lembranças?

Nessas andanças da vida que a gente aprende a dar valor as coisas mais simples que nos acontecem. É no dia-a-dia que o cotidiano transforma tudo em enfadonho e corriqueiro, mas é nas pausas para reflexão que percebemos o quanto estamos perdendo.

Num momento como esse, em que comemoro minha terceira década de vida, que fiz uma dessas pausas e percebi que mesmo tendo reconhecido tantos acontecimentos em minha vida que simplesmente não tiveram o valor merecido, que simplesmente deixei passar desapercebido, oculto. E que as vezes por falta de sensibilidade, nem na lembrança ficou!
Se parar para listar todas as realizações que recebi em minha vida prenderia muito de seu tempo nessa leitura, e com certeza esqueceria algo. São tantas realizações em tantas áreas de minha vida, pessoal, profissional, religiosa, tudo.
Hoje estava entrando numa sala para dar aula, muito chateado com o que tinha acabado de acontecer. Orientei aos alunos que iniciassem a leitura do livro paradidático que era para hoje, mas eles sempre percebem que tem algo de errado, e uma das alunas veio me perguntar o que tinha acontecido... Depois de uma pausa em busca da melhor resposta, só consegui dizer que não havia acontecido nada e pedi a ela que retomasse sua leitura. As vezes a sensibilidade dessas criaturinhas que me acompanham todos os dias e que me conhecem tão bem me surpreende. Talvez me conheçam tanto, tanto, que chegue a ser mais do que eu mesmo.
De uns meses para cá tenho percebido que minha vida tem mudado e que algumas definições estão cada vez mais latentes. Já não posso mais adiar meu progresso e ascensão. O futuro bate à porta e não espera a gente abrir, chega, entra, e muda nossa vida. Não quer saber se estamos preparados, só muda! A única
coisa que nos resta é preparar as mudanças para que elas tomem as direções que desejamos e não sejamos surpreendidos por elas. Demorei para aprender isso, mas sei, hoje eu sei, o quanto tudo o que fiz até hoje foi importante para ter chegado onde estou. E da mesma forma, tudo o que deixei de fazer, soma-se e resulta na vida que tenho hoje. O que está bom é consequência de uma preparação bem direcionada, o que ainda não está bom a causa é a falta de preparação.
Já escrevi várias vezes aqui sobre as mudanças, o quanto elas são importantes, o quanto precisamos delas em nossas vidas, mas no fim das contas podemos e devemos preparar-nos para elas. Levei três décadas para me dar conta disso, e só eu posso imaginar tudo o que perdi. E acreditem, não foi pouco...

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Valorização???

O filho termina o segundo grau e não tem vontade de fazer uma faculdade.
O pai, meio mão de ferro, dá um apertão:
- Ahh, não quer estudar? Bem, perfeito. Vadio dentro de casa eu não mantenho, então vai trabalhar.
O velho, que tem muitos amigos, fala com um deles, que fala com outro, até que ele consegue uma audiência com um político que foi seu colega lá na época de escola.
- Rodriguez! Meu velho amigo! Tu te lembra do meu filho?
Pois é, terminou o segundo grau e anda meio à toa, não quer estudar. Será que tu não consegue um emprego pro rapaz não ficar em casa vagabundando?

Depois de 3 dias, Rodriguez liga:
- Zé, já tenho. Assessor na Comissão de Saúde do Congresso, R$ 13.700,00 por mês, prá começar.
- Tu tá loco? O guri recém terminou o colégio, assim não vai querer estudar mais, consegue algo mais abaixo.

Dois dias depois:
- Zé, secretário de um deputado, salário modesto, R$ 9.800,00, tá bom assim?
- Nããão, Rodriguez, algo com um salário menor, eu quero que o guri tenha vontade de estudar depois. Consegue outra coisa.
- Zé, não sei se ele vai aceitar, mas tem um de assessor da câmara, que é só de R$.6.500,00.
- Não, não, ainda é muito, aí que ele não estuda mais mesmo.
- Olha Zé, a única coisa que eu posso conseguir é um carguinho de *ajudante de arquivo*, alguma coisa de informática, mas aí o salário é uma merreca, *R$ 3.800,00 por mês* e nada mais.
- Rodriguez, por favor, alguma coisa de 600,00 a 1.200,00, no máximo.
- Isso é impossível, Zé!
- Mas, por quê?

- PORQUE com este salário aí eu só tenho vaga pra Professor. Aí precisa de curso superior, mestrado, doutorado...
E precisa passar em concurso.

* Seria cômico, se não fosse trágico!
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sábado, 14 de setembro de 2013

Sábio mestre

Há muito tempo atrás, havia um mestre que vivia junto com um grande número de discípulos em um templo arruinado.
Os discípulos sobreviviam através de esmolas e doações conseguidas numa cidade próxima.
Logo, muitos deles começaram a reclamar sobre as péssimas condições em que viviam.
Em resposta, o velho mestre disse um dia: 
- "Nós devemos reformar as paredes do templo. Desde que nós somente ocupamos o nosso tempo estudando e meditando, não há tempo para que possamos trabalhar e arrecadar o dinheiro que precisamos. Assim, eu pensei numa solução simples".
Todos os estudantes se reuniam diante do mestre, ansiosos em ouvir suas palavras. 
O mestre disse: 
- "Cada um de vocês devem ir para a cidade e roubar bens que poderão ser vendidos para a arrecadação de dinheiro. Desta forma, nós seremos capazes de fazer um boa reforma em nosso templo".
Os estudantes ficaram espantados por este tipo de sugestão vir do sábio mestre. 
Mas, desde que todos tinham o maior respeito por ele, não fizeram nenhum protesto.
O mestre disse logo a seguir, de modo bastante severo: 
- "No sentido de não manchar a nossa excelente reputação, por estarmos cometendo atos ilegais e imorais, solicito que cometam o roubo somente quando ninguém estiver olhando. Eu não quero que ninguém seja pego".
Quando o mestre se afastou, os estudantes discutiram o plano entre eles. 
- "É errado roubar", disse um deles,
"Por que nosso mestre nos solicitou para cometermos este ato ?". 
Outro respondeu em seguida: 
- "Isto permitirá que possamos reformar o nosso templo, na qual é uma boa causa". 
Assim, todos concordaram que o mestre era sábio e justo e deveria ter uma razão para fazer tal tipo de requisição. 
Logo, partiram em direção a cidade, prometendo coletivamente que eles não seriam pegos, para não causarem a desgraça para o templo. 
- "Sejam cuidadosos e não deixe que ninguém os veja roubando", incentivavam uns aos outros.
Todos os estudantes, com exceção de um, foram para a cidade.
O sábio mestre se aproximou dele e perguntou-lhe: 
- "Por que você ficou para trás?". 
O garoto respondeu: 
-"Eu não posso seguir as suas instruções para roubar onde ninguém esteja me vendo. Não importa aonde eu vá, eu sempre estarei olhando para mim mesmo. Meus próprios olhos irão me ver roubando". 
O sábio mestre abraçou o garoto com um sorriso de alegria e disse: 
- "Eu somente estava testando a integridade dos meus estudantes e você foi o único que passou no teste!"
Após muitos anos, o garoto se tornou um grande mestre.

Autor desconhecido.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Não tem preço!!!


As vezes a gente começa a se decepcionar com algumas coisas que estão acontecendo em nossas vidas e logo começamos a questionar o porquê de tudo isso estar acontecendo. Nossas ansiedades começam a ser somadas com coisas que até então tínhamos como resolvidas e tudo vira um mar de lembranças e desejos frustados pela descontinuidade, pela pausa, pelo término.
Logo começamos a buscar algo para preencher esse largo espaço deixado e quando tudo parece estar se completando, eis que surge de algum canto alguém que em sua ingenuidade lembra que seu trabalho deixou de ser reconhecido, que ignoraram a grandiosidade de tudo o que se fez e aquele sentimento de impotência começa a tomar conta de ti novamente....
Foi nesse momento que eu resolvi buscar motivos que fizessem ver e sentir tudo de maneira diferente. Foi aí que percebi que tudo fiz até agora valeu e muito a pena. Me fez crescer, me fez ser uma pessoa melhor, me fez o profissional que sou hoje, e mais do que isso, fez com que as pessoas que comigo estiveram crescessem também.
Se levar em conta só que realizamos esse ano, posso citar duas reportagens uma em mídia local e uma em mídia estadual falando de um trabalho em que estive à frente, inclusive já falei sobre eles aqui no blog.
Nosso aluno foi entrevistado pela TV Vanguarda/Filiada da
Globo para falar sobre nosso projeto do Meio Ambiente
Tenho projetos que começaram esse ano e que me aproximaram mais de meus alunos, como uma página nas redes sociais e um blog específico para dicas e atividades. Pude perceber que os alunos estão mais atentos e se dedicando cada vez mais para realizar as atividades.
Não posso deixar de considerar tudo isso. Pois esse é o resultado que sempre busquei como educador que sou. Não busco e muito menos espero ser reconhecido por todos sobre a qualidade de meu trabalho. Faço o que faço pelos alunos e vejo que mesmo sem valorizar hoje, eles estão progredindo e quando encontrá-los futuramente será como muitos que hoje me vêm nas redes sociais dizer o quanto são melhores hoje por uma palavra amiga, por um amparo, por uma lição ensinada por mim.
Receber esse retorno não tem preço!!!


Segue reportagem realizada em nossa escola em que falo sobre o projeto.




terça-feira, 21 de maio de 2013

Sempre o meu melhor...

Hoje estava conversando com uma professora sobre o curso que acabamos de fazer, "Melhor Gestão, Melhor Ensino", do qual eu tenho apenas elogios. Foi tudo muito bem elaborado e de igual modo, bem explorado e apresentado para todos nós. Mas o que me chamou a atenção nessa conversa foi a fala dela de como poderemos colocar em pratica tudo o que aprendemos numa instituição falida, onde os alunos não tem mais interesse em nada, os pais responsabilizam a escola pela criação e educação de seus filhos e por outro lado professores que se sentem abandonados em meio a tantas cobranças que vem que todos os lados. Num segundo, de tudo passou pela minha cabeça. E questionamentos, como: O que dizer agora? Silêncio. Reflexão. Não consegui encontrar respostas. Saí, dei outras três aulas e me veio a resposta... Faça o seu melhor, mas não permita que o outro veja.
Aprendi hoje que meus alunos merecem o melhor que eu posso lhes proporcionar, mas que isso poderá incomodar muitos. O melhor é fazer e não permitir que outros tenham acesso às minhas estratégias, a menos que me peçam é claro. Pode parecer egoísmo, mas hoje eu percebi o quanto as pessoas estão sempre querendo tirar vantagens em tudo, e se precisarem te prejudicar para isso, o farão!
Minha vida é regrada de aprendizagens, sejam elas na escola, em casa, na família, entre amigos, colegas, igreja, etc. O que realmente importa é que entre esses tantos aprendizados está o de dar sempre o meu melhor. É isso que os meus alunos sempre receberão!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Aprendizagem baseada em projetos

Estava aqui pensando de forma resumida tudo o que estamos estudando na Turma de Farmácia da Educa Brasil. Precisamos buscar um conteúdo relevante e desenvolver as habilidades do novo mundo. E uma figura que postei recentemente numa rede social mostra bem isso.
Segue a figura:


Para realizarmos algo, termos os resultados desejados em nossa vida pessoal, e até mesmo na social, precisamos ter nossas vidas regradas em objetivos que só são alcançados por meio de projetos bem claros e simples que possam nortear nossas ações. Vamos analisar cada tópico da figura:

Ter questionamentos abertos

Sempre que abrirmos nossas mentes para entender algo ou até mesmo para questionar o funcionamento de um processo, colocamos nosso cérebro em atividade para descobrir o novo. E se realmente abrirmos nossas mentes, esse aprendizado será real e consistente.

Ter espírito de exploração

Não basta um conhecimento superficial da atividade a ser realizada, sempre precisamos ir além, sempre há algo para se fazer. Se tivermos o espírito de exploração, não vamos nos contentar com o pouco, vamos sempre buscar andar a segunda milha.

Criar a necessidade de saber

Depois que questionamos e começamos a explorar é consequência querer saber mais sobre.

Dar oportunidade de voz e escolha

Quando passamos a saber esse novo precisamos entender que temos a oportunidade de escolher, por ele ou pelo antigo. O importante é saber que qualquer que seja essa escolha nos trará consequências futuras.

Incluir processos de revisão e reflexão

Exatamente pelas consequências que nos virão é que precisamos de um momento de retirada para revisar nossas ações e refletir sobre seu fundamento em nossa prática profissional.

Apresentar para o público

Questionar, explorar, procurar o novo saber, escolher, revisar e refletir é o processo que nos leva à prática. Apresentar para o público essa nossa novidade, algo que poderá somar às ações comuns é momento de libertação. O momento em que faremos a diferença e seremos visto por isso.

Esse processo deve ser constante e contínuo em nossa vida profissional. Não tenha medo das mudanças, elas são necessárias. O mercado de trabalho busca por profissionais que não tenham medo do NOVO. Busque isso para você.
Tenha CHA- C onhecimento H abilidade A titude.
Seja o profissional que as empresas procuram e que você deseja!




quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Autismo na mídia...

Imagem da internet
Hoje tivemos a cobertura da Global sobre o Autismo. Primeiro foi o "Encontro com Fátima Bernardes" que recebeu a visita da D. Berenice, mãe de autismo, que por conta própria diagnosticou seu filho com a síndrome, já que os médicos diziam não saber o que poderia ser. Depois que ela estudou muito à respeito e teve a suspeita, conduziu o filho a um psiquiatra já com uma lista de todos os hábitos do filho que poderiam caracterizá-lo como um postador da doença.  Veja o Vídeo clicando aqui.

Imagem da internet
Á partir daí teve início uma nova luta dela. A luta por um escola que estivesse preparada e até mesmo aceitasse seu filho.Prova disso é o que vimos hoje no Link Vanguarda, quando uma representante da Secretaria municipal de Educação falou com todas as letras que a cidade não está preparada para atender os autistas.
A apresentadora Amanda foi muito feliz quando perguntou: "Se a rede é inclusiva e os autistas são especiais como os outros, como a rede não está preparada para entendê-los?"
E seguiu dizendo que fica preocupada ao vê-la (D. Iara, representante da Secretaria de Educação) torcer o nariz quando a repórter Nathalia Teodoro questionou sobre a falta de atendimento, como foi apresentado na reportagem...." Veja a reportagem clicando aqui.




Imagem da internet
Foi exatamente sobre esse assunto que editorial do telejornal local da hora do almoço da Rede Vanguarda, o Link Vanguarda, tratou no dia de hoje. Uma representante da Secretaria Municipal de Educação, D. Iara, chegou a dizer que o município não etá preparado para atender portadores de autismo na rede. Em questionamento feito pela repórter Nathalia Teodoro e pela apresentadora Amanda Costa, ela repetiu que a prefeitura não tem profissionais e locais preparados para atender alunos com essa especialidade. O que deixou bem claro para nós, telespectadores, que o despreparo começa na própria secretaria pela maneira indelicada em que a D. Iara respondeu as questões. Um comentário feito pela apresentadora foi o ponto alto da entrevista. Ela lembrou que autismo sempre foi uma especialidade, antes mesmo da legislação específica de dezembro, e que se a prefeitura diz que a educação da cidade é inclusiva já deveria estar preparada para atender todas as especialidades, inclusive o autismo.
 Como uma das características do jornal, muitos internautas deixaram seu posicionamento sobre o assunto. Um desses comentários foi o meu e segue abaixo:

"Muitos pais de alunos especiais preferem colocar os filhos numa escola especial pois sabem que as escolas públicas não estão preparadas para atendê-los".



Imagem da internet

Como muitos sabem eu tenho especialidade e Autismo, tendo focado minha formação acadêmica no trabalho com portadores da síndrome e diversos Transtornos Globais do Desenvolvimento, e ver como muitos ainda tratam a causa como secundária, mesmo diante de uma legislação de quase duas décadas que fala sobre a inclusão e a necessidade de todas as escolas estarem preparadas para atender essa demanda, que é crescente, deixa muito claro que talvez precisemos de mais vinte anos para ver um atendimento no mínimo igualitário para pessoas especiais. Esperamos que não!








quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A menos que ajamos hoje...

Bom dia meu povo....


"Quão frágil é a vida, quão certa é a morte! Não sabemos quando teremos de deixar esta existência mortal. Então pergunto: O que estamos fazendo com nosso hoje? Se vivermos apenas para o amanhã acabaremos tendo hoje muitos ontens vazios. Será que cometemos o erro de declarar: 'Tendo pensado em fazer algumas mudanças de curso na minha vida. Amanhã darei o primeiro passo?' Com tais pensamentos, o amanhã é eterno. Esses amanhãs dificilmente chegarão, a menos que ajamos hoje".
Thomas S. Monson

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Isso sim é lição de vida....

Se você acha que já viu todo tipo de provas de amor, está desanimado com seus problemas ou acha que não existe amor na terra, precisa ver esse vídeo.
Ele nos dá uma lição de vida que poderemos levar para sempre....

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Padrão do Templo... Um padrão elevado...

Atendendo a pedidos vou postar meu discurso de ontem aqui em meu blog.


Vou me basear no discurso do Élder Scott D. Whting proferido na última Conferência Geral.
Ele começa seu discurso dizendo que numa visita que fez ao Templo de Brigham City Utah lembrou-se de quando serviu como "coordenador da visitação pública, da rededicação e da celebração cultural do histórico Templo de Laie Havaí.
Poucos meses antes do término do grande trabalho de reforma, fui convidado a percorrer o templo com o Diretor Executivo do Departamento de Templos, o Élder William R. Walker, e seus colegas do departamento. Além disso, vários membros da empreiteira contratada estavam presentes. O propósito da visita, em parte, era analisar o progresso e a qualidade do trabalho executado. No momento daquela visita, 85% do trabalho estava concluído.
Ao percorrermos o templo, fiquei observando e ouvindo o Élder Walker e seus colegas enquanto inspecionavam a obra e conversavam com o empreiteiro geral. Em certo momento, vi um deles passar a mão nas paredes, ao irmos de uma sala para a outra. Depois de fazer isso algumas vezes, ele esfregou os dedos um no outro e então se aproximou do empreiteiro geral e disse: “Sinto aspereza nesta parede. Esse não é o padrão do templo. Você vai ter de lixar e alisar esta parede de novo”. O empreiteiro obedientemente tomou nota de cada observação.
Ao chegarmos a uma área do templo que poucos poderiam ver, o mesmo homem nos parou e dirigiu nossa atenção para uma nova e bela janela com um vitral recém-instalado. A janela media uns 60 centímetros de largura por 1,80 metro de altura e nela estava instalado um vitral com um pequeno padrão geométrico. Ele apontou para um quadradinho de vidro colorido de cinco centímetros que fazia parte do padrão simples e disse: “Este quadrado está torto”. Olhei para o quadrado e, à minha vista, parecia bem nivelado. Contudo, ao inspecioná-lo mais de perto com um medidor na mão, vi que havia um pequeno defeito e que aquele quadradinho estava de fato uns três milímetros torto. Foram dadas instruções ao empreiteiro de que aquela janela precisaria ser substituída porque não estava no padrão do templo.
Admito que me surpreendeu ver que toda uma janela teria de ser substituída por causa de um pequeno defeito quase imperceptível. Sem dúvida, era improvável que alguém tomasse conhecimento daquela janela ou sequer a notasse, tendo em vista sua localização isolada no templo."
Ele diz ter ficado pensativo se realmente essas alterações tão pequeninas aos olhos humanos seriam modificadas atendendo a pedidos de um padrão tão elevado. Quando chegou a data da Re-dedicação do Templo ele foi observar:
Ao entrar no Templo de Laie Havaí totalmente reformado, fiquei extasiado com sua beleza e a qualidade do acabamento. Podem imaginar minha expectativa ao aproximar-me das paredes “ásperas” e da janela “com defeito”. Será que o empreiteiro havia lixado e alisado as paredes? Será que a janela tinha sido realmente substituída? Ao aproximar-me das paredes ásperas, fiquei surpreso ao ver um belo papel de parede colocado em todas as paredes. Meu primeiro pensamento foi: “Então foi assim que o empreiteiro resolveu a aspereza: ele a cobriu”. Mas não. Descobri que sempre fizera parte do plano a instalação do papel de parede naquelas paredes. Perguntei-me: Por que uma pequena e quase indetectável aspereza importava, se ela seria coberta? Ansiosamente me aproximei da área em que se localizava a janela defeituosa e fiquei surpreso ao ver um vaso com uma planta que ia até o teto colocado bem na frente daquela janela. Novamente pensei: “Então foi assim que o empreiteiro resolveu o quadradinho torto: ele o escondeu”. Ao mover-me para mais perto, afastei as folhas da planta e sorri ao ver que a janela tinha realmente sido substituída. O quadradinho anteriormente torto estava bem colocado e nivelado, dentro do padrão. Descobri que sempre fizera parte do projeto de decoração interna ter uma planta na frente daquela janela.
Por que as paredes levemente ásperas e uma janela com uma pequena assimetria exigiram um trabalho adicional e até uma substituição, quando poucas mãos ou olhos humanos sequer tomariam conhecimento disso? Por que o empreiteiro concordou em seguir um padrão tão elevado?
Ao sair do templo, refletindo profundamente, encontrei a resposta ao olhar para o exterior reformado e ver estas palavras: “Santidade ao Senhor, a Casa do Senhor”.
Simples: Esses cuidados precisavam ser tomados pois ali é a casa do Senhor. Os padrões devem ser elevados na casa do Senhor, pois ali rendemos Santidade a Ele. "Santidade ao Senhor, a casa do Senhor".
Desde o princípio o Senhor solicitou que se construíssem Templos a ele e que neles usassem o que houvesse que mais precioso na Terra. (D&C 124:26-27)
A pureza dos templo, muito declaram sobre a importância desse lugar Santo. É ali que o Senhor habita e que visita para dar orientações aos profetas de nossa dispensação. (D&C 97:15-17)
Uma prova de tudo isso é que lemos no prefácio do Manual do Presidente Lorenzo Snow, quando relata a visita que ele recebeu do Senhor no Templo de Salt Lake logo após o falecimento do Presidente Wilford Woodruff. Nessa ocasião o Presidente Snow estava em Brigham City e assim que informado pegou um trem com destino a Salt Lake, pois sabia que a igreja estava sob responsabilidade do Quórum dos Doze que era presidido por ele.
"Sentindo-se inadequado, mas disposto a fazer a vontade do Senhor, o Presidente Lorenzo Snow foi ao templo de Salt Lake orar. Em resposta a sua oração, o próprio Senhor apareceu-lhe. O Presidente Snow depois testificou que 'verdadeiramente viu o Salvador (...) no templo e falou com Ele face-a-face'. O Senhor disse-lhe que providenciasse a imediata reorganização da Primeira Presidência, sem a espera ocorrida após a morte dos presidentes anteriores".
Esse é o motivo pelo qual os Templos são Santos, Puros, e possuem um padrão tão elevados. Ali é a casa do Senhor.
Aprendemos nas escrituras que nosso CORPO também é um Templo onde o santo Espírito deve habitar. (I Cor 6:19) "Não sabeis vós que sois templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?"
O padrão com o qual devemos cuidar de nossos corpos devem ser tão elevados quanto cuidamos dos edifícios dedicados ao Senhor. Nas escrituras lemos também que o Espírito não habita em lugar impuro. Por isso recebemos orientações de como cuidar de nossos corpos, a "Palavra de Sabedoria". (D&C 89)
O melhor e mais prazeroso de tudo isso são as bençãos prometidas aos que aceitam viver esse padrão elevado. Abster-se de fumo, café, bebidas alcoólicas, drogas prejudiciais, chá preto, e tudo o que faz mal aos nossos corpos, são passos que nos permitem receber bençãos infindáveis e que os acompanharão para todo o sempre. Lemos nos versículos 18 ao 21: "E todos os santos que lembrarem de guardar e fazer estas coisas, obedecendo aos mandamentos, receberão saúde para o umbigo e medula para os ossos; E encontrarão sabedoria e grandes tesouros de conhecimento, sim, tesouros ocultos; E correrão e não se cansarão; Caminharão e não desfalecerão. E eu, o Senhor, faço-lhes uma promessa de que o anjo destruidor passará por eles, como os filhos de Israel, e não o matarás".
São bençãos maravilhosas que temos se fizermos coisas tão simples como manter nossos corpos puros para que seja morada do Santo Espírito do Senhor.
Nosso principal objetivo nessa vida é a preparação para voltarmos a viver com o Senhor nosso Pai Celestial. Vivermos o evangelho guardando os mandamentos é um meio que nos ajuda a viver esse padrão elevado.
Meus líderes sempre me disseram que se em realmente estiver vivendo de modo que seja digno de uma recomendação para entrar no Templo, a casa de Deus aqui na Terra, estarei preparado para voltar a sua presença. Não sabemos o dia e nem o momento exato em que Ele voltará, mas se estivermos dignos de entrar no Templo em tal ocasião, poderemos segui-lo e viver uma eternidade de alegria, pois estaremos vivendo um padrão mais elevado.


Que vivamos com os olhos fitos no Templo, e assim estaremos preparados para voltar a presença de nosso Pai.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Sonhe e realize...


Escolha seu caminho e siga rumo às realizações...
Com a chegada de 2013 nos vemos no momento de rever os resultados do ano que se passou e de definir as metas para esse novo ano que se inicia, planejá-lo e destinar energias em objetivos que lhe fortalecerão durante todo esse ano.
É nesse momento que devemos agir como crianças que se enchem de energia por sonhar e dedicar-se por um futuro que ainda está tão distante. E não como os adultos que, em função do dia-a-dia acabam esquecendo seus sonhos e os deixando de lado, pois quando percebem já é tarde demais e gaveta se tornou o endereço de muitos de seus sonhos.
Sempre falo para meus alunos que nossos sonhos podem se tornar realidade desde que os transformemos em objetivos e tracemos metas que nos guiem às conquistas." Então, tire seus sonhos da gaveta, defina objetivos olhando as várias áreas da sua vida."
Assim que os retirarmos das gavetas precisamos definir as prioridades e possibilidades para o momento e criar uma escala de realização. O que você quer e precisa que seja realizado hoje, o que pode ficar para amanhã, e depois, e depois...
Gordon B. Hinckley sempre nos ensinou a importância traçarmos metas em nossas vidas para a realização de nossos sonhos. Ele dizia que a ação, tão necessária para a realização, se dá a partir do momento em que definimos um plano, que é orientado pelas metas, podendo ser de curto, médio ou longo prazo.
Uma meta de curto prazo nos guia a tudo aquilo que podemos realizar em até 15 dias. Quando assumimos essa possibilidade nos pré dispomos a iniciar a ação o quanto antes, pois sabemos que temos um tempo limitado para cumpri-la. Já a meta de médio prazo nos mostra o que devemos fazer num período de tempo um pouco maior, geralmente de até 6 meses, e que sempre são necessárias para se alcançar o sonho, o objetivo final. As nem sempre necessárias são as metas de longo prazo, de 6 meses a um ano, podendo se estender mais. Essas são as que nos guiam ao momento final da conquista.
O importante nesse caminho é sempre seguir os prazos que você mesmo determinou e a realização do sonhos será uma consequência honrosa e prazerosa do que tanto se desejou.
Que esse seja um ano de muitas realizações e bençãos. Lembrem-se, que você é o protagonista de sua vida e que tudo será como você quiser.

Luiz Vagner Lima


sábado, 5 de janeiro de 2013

A NOTA DE R$ 100,00





Um famoso palestrante Daniel Grodri, o cara é muito bom, começou um seminário numa sala com 200 pessoas, segurando uma nota de R$ 100,00.
Ele perguntou:
“Quem de vocês quer esta nota de R$ 100,00?”
Todos ergueram a mão...
Então ele disse:
“Darei esta nota a um de vocês esta noite, mas primeiro, deixem-me fazer isto...” Então, ele amassou totalmente a nota.
E perguntou outra vez: “Quem ainda quer esta nota?”
As mãos continuavam erguidas. E continuou: “E se eu fizer isso...” Deixou a nota cair no chão, começou a pisá-la e esfregá-la. Depois, pegou a nota, agora já imunda e amassada e perguntou: “E agora?” “Quem ainda vai querer esta nota de R$ 100,00?” Todas as mãos voltaram a se erguer. O palestrante voltou-se para a platéia e disse que lhes explicaria o seguinte: “Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês continuaram a querer esta nota, porque ela não perde o valor.


Esta situação também acontece conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos nos sentindo sem importância. Mas não importa, jamais perderemos o nosso valor. Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, magros ou gordos, altos ou baixos, nada disso importa! Nada disso altera a importância que temos. O preço de nossas vidas, não é pelo que aparentamos ser, mas pelo que fizemos e sabemos.”
Os aplausos vão-se embora. Os troféus ficam cheios de pó. Os vencedores são esquecidos.
As pessoas que marcam a nossa vida não são as que têm as melhores credenciais, com mais dinheiro, ou os melhores prêmios.
São aquelas que se preocupam conosco, que cuidam de nós, aquelas que, de algum modo, estão ao nosso lado.


Autor desconhecido

sábado, 15 de dezembro de 2012

Momentos...


As vezes temo por tão pouco...
O tempo me trouxe coisas tão importantes na estrada de minha vida.
Não tenho motivos para entristecer-me e sim de alegrar-me.
Alunos me agradecendo pelo fato de tê-los ajudado, mesmo que tão pouco a passar num vestibular, num concurso ou até mesmo para um momento que estão vivendo em  sua vida.
Lembranças de jovens que liderei ainda como jovem e que estão na missão e melhor de tudo, não cansam de dizer que ajudei muito para que estejam lá hoje e sabendo o que sabem.
Sou muito grato por sempre poder ajudar. Seja profissionalmente, pois me realizo no que faço e espiritualmente, pois sei o valor de cada um, e busco ajudar para que cada um viva o seu melhor em preparação para momentos futuros.
Alegria, essa palavra resume o que sinto hoje.