segunda-feira, 14 de março de 2016

Sabe o porquê das manifestações?




Num estado em que uma escola comemora por estar chegando no nível um de uma escala que parte e zero e vai a cinco e que a merenda começa a tornar-se escassa, dezenas de milhares de pessoas saem às ruas para lutar pelo que não entendem, para pedir o que não sabem.
                                                                                       Foto da internet: Batom democrático 
Que dia histórico!
Hoje compartilhei em minha rede social que sinto pelos meus amigos historiadores que terão que relatar esse acontecimento no futuro e tentar desvendar tudo o que estava por trás de tanta hipocrisia e idolatria barata. Não se sabe se lutavam por um país melhor, pelo impeachment de nossa governante mor, pelo desgaste e desmando do governo, ou até mesmo pelo modismo do vamos porque todos vão.
Vivemos sim uma crise insustentável em que todos somos prejudicados por políticos corruptos que nos representam. Porém, algo é muito curioso nisso tudo. Em 2013 vivemos um ano marcado por diversas manifestações que se espalharam pelo país afora e que todos faziam questão que não era por R$0,20 centavos (referência ao aumento da passagem dos transporte que levaram às manifestações na ocasião), mas sim que era pela corrupção e desmandos do governo. Muitos iludiram-se pensando que uma resposta da população seria apresentada nas urnas. Enganamo-nos! E desde então o esforço da oposição de nosso país tornou-se uma meta, derrubar o governo eleito a qualquer preço.
Diante desse disputa entre perseguidor e perseguido, surgem diversas acusações contra membros do governo. A crise torna-se política!
E oportunistas aproveitam o desenrolar das investigações para convocar manifestações contra o governo. Muitos atenderam! Foi lindo de se ver aquelas multidões nas diversas cidades pelo Brasil. Seria uma aula de civismo, seria!
Seria se todos soubessem porquê estavam ali! Seria se todos estivessem ali pelo motivo certo! Seria se a pauta fosse pelo Brasil e contra corrupção e não por um partido e contra outros!
Sinto que tenhamos que viver agora o significado e o resultado da qualidade do ensino que temos em nosso país.
Sinto que tenhamos que viver agora exatamente para o que fomos treinados nas escolas, ou seja, para obedecer e fazer segundo a vontade de uma minoria!
Essa é a consequência de viver num país em que a educação é deixada de lado. Hoje sabemos o porquê disso por viver isso!

domingo, 13 de março de 2016

VOLTAR, FICAR E FAZER



Diante de tantos questionamentos que vivenciamos nesses últimos dias uma nuvem trouxe uma tempestade de situações que me afetam diretamente e trouxeram uma aflição nem um pouco desejada. Minhas falas recentes em mudanças e em sua necessidade nunca foram tão gritantes e absolutas como nesse momento. Vivo uma vida de alegrias e de vislumbres que me trazem prestígio profissional, mas nunca os de outrora que marcam minha história e embeleza minha biografia. O momento é outro, as dificuldades são outras, as necessidades são outras. Um questionamento essa semana, mesmo que transformado de supetão, me levaram à uma reflexão e conclusões infindáveis.
Numa das aulas dessa semana eu tive a oportunidade de falar aos alunos, numa aula de geografia, sobre a formação da estrutura geoeconômica brasileira com o passar dos séculos. E de início falamos sobre a história econômica de nossa cidade e como aquelas características das décadas de 40 e 50 influenciam até o hoje o modo de viver por aqui. Foi quando um aluno me perguntou porque eu me limito tanto às aulas de língua portuguesa quando meu conhecimento vai além dos limites dessa disciplina. De sobressalto a resposta que me veio é que isso não é nada além do que eu devo saber, faz parte de minha formação e opção como educador. Mas não parou por aí, dias depois uma de minhas colegas de trabalho ouviu minha narrativa sobre minha experiência anterior em educação especial e soltou um sonoro "e você não vai fazer nada?". Os segundos seguintes àquelas palavras me levaram a um novo momento de reflexão e análise. Por que eu estou a tanto tempo distante de coisas que gosto muito de fazer? O que eu realmente gosto de fazer? O que eu realmente faria da melhor maneira?
Depois de dias atormentados por essas perguntas, fomos (os professores da escola em que trabalho) convidados para escrever crônicas para um livro que iremos lançar no final desse ano. Com muita alegria em me ver envolvido em mais um projeto grandioso com colegas e amigos tão preciosos pensei no quanto isso é válido pra mim e no quanto me enriqueço ao participar desses momentos de aprendizados que tanto me deleito. Uma luz acendeu-se e me fez sentir o quão valioso é isso pra mim. Não tem como pensar em mudanças, em progresso sem que minha atuação como educador esteja intrinsecamente envolvida. Eu construí minha história  às margens desse volumoso rio chamado educação. Dentro de todas as suas nuances, de todos os seus desafios, de todas as suas alegrias, e de todas as suas necessárias ações!
Vivenciar momentos que transformam vidas e que fazem com que elas realmente valham a pena é o que eu quero estampado em minha biografia.
Eu ei de voltar para tudo o que o gosto, eu de ficar em tudo o que gosto, eu ei de fazer tudo o que gosto, pois é assim que terei a alegria dos momentos e a felicidade da vida!



sábado, 16 de janeiro de 2016

CRISE X OPORTUNIDADES

Nosso país está vivendo uma grande crise econômica e todos nós estamos sentindo os reflexos em nossos lares. O que podemos fazer para superar esse momento tão conturbado? Como faremos para sair dessa situação?
Imagem da internet


Hoje enquanto assistia a um telejornal vi que a situação da Venezuela não é nada agradável. Eles estão vivendo uma inflação de 175%. Quando vi isso me abismei e logo calculei o absurdo que é tudo isso perto da nossa inflação que chegou aos 12% no ano passado. Por um instante fiquei muito feliz por não viver lá e até me senti mais tranquilo com a nossa situação aqui no Brasil. Mas logo passou, afinal de contas, todos nós sabemos como tem sido difícil ir ao supermercado e não conseguir comprar tudo o que estava programado. Minha tranquilidade acabou!
Em 2015 eu tive a oportunidade de aprender na prática o que nossos líderes têm feito para nos ajudar a passar por momentos tão difíceis como esse. Seria até redundante se eu falasse agora sobre armazenamento doméstico! Essa ainda é uma prática importante e que devemos colocar em ação. Conheço relatos de muitos que usaram seus armazenamentos em situações recentes de desemprego, por exemplo. Porém, além dessa orientação os líderes de A Igreja de Jesus Cristo SUD, têm demonstrado grande preocupação com todos nós e criou três cursos de autossuficiência que podem nos ajudar na qualificação, na preparação para inserção e reinserção ao mercado de trabalho e para aqueles que pretendem empreender.
Especificamente, eu trabalhei com um grupo de empreendedores e tive a oportunidade de ver negócios surgindo e outros crescendo. Tudo isso em paralelo ao testemunho das pessoas se fortalecendo a cada encontro. Ali aprendemos técnicas de administração do negócio, de logística, de compras, de vendas, entre tantas outras coisas.
Não permita ser uma vítima dessa crise que nos tem sido apresentada, faça dela uma oportunidade de crescimento material e espiritual.
Busque os cursos em sua estaca!


Luiz Vagner Rodrigues Lima
Ala Jd Paulista, Estaca São José dos Campos

Texto elaborado para o jornal SudVale. Conheça-nos pelo site 

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Luiz Vagner Lima: Atitude na Educação

Na busca por respostas, foi num texto meu de dezembro de 2011 que as encontrei....


Luiz Vagner Lima: Atitude na Educação: É a vida é assim... Mas não deveria... Num desses momentos de ócio em que esperava para minha última aula do dia encontrei com o Fernando ...

domingo, 26 de abril de 2015

Embarcai vos - Música Tema da Mutual 2015

Esse ano os jovens de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias estão se esforçando para aprender a servir a seu próximo...

Essa é a nossa música tema...